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Questionários

Estranho postar algo que vai contra a classe na qual eu mesmo me enquadro, e sem ter vergonha disso, reafirmo um orgulho em estar me formando numa das maiores instituições de ensino superior da América Latina.

Mas por quê?

Qual o motivo de pensar em um churrasco de formatura como um "tá tudo liberado"? Um esquema todo pensado para a diversão das duas turmas, formadas por diferentes tipos de pessoas, cada um a sua maneira. Carne, refrigerante, cerveja, vodca, caipirinha e afins. Música. Piscina. Sol. Futebol. Homens e mulheres? Uma parte deles, sim. Jovens? Mais do que deveriam ser. Maduros o suficiente para, ao final deste semestre, estarem com um diploma da Unicamp nas mãos? Difícil responder...

Festa! Beber e beber. No meu caso, refrigerante e água. Ainda mais quando estou dirigindo!! Passar do ponto é condição ou motivação? Se soltar? Precisa?

Próximo passo: muita bebida, cabeça fraca, alteração dos sentidos, coragem demais, sensatez de menos. Solteiros, biquínis. Um CD com a música da "banheira do Gugu". Resultado: mão pra lá, mão pra cá, cenas perto do ridículo. Do ponto privilegiado de espectador, a gente já vê. E os 03 noturno lá, curtindo, conversando, nadando na outra piscina, jogaram futebol (garotos e garotas)... Por que tem que ser diferente?

E.. que merda! Eu sou mais novo que qualquer um deles!!!!!!

Garrafa quebrada, tentativas frustradas de arrancar as cangas de uma, tentativas de "pegar" essa ou aquela. Cervejas, cervejas, caipirinhas, vodca, euforia. O ápice.

18h. Já está escuro. O aluguel da chácara termina ali. Sobras armazenadas, garrafas recolhidas, roupas trocadas, despedidas momentâneas. Mas certas lembranças ultrapassam a noite tranqüila e vão chegar com uma dor de cabeça no dia seguinte, ou um mal estar que não passa. Tontura, náusea, dificuldade em parar em pé!

Uma bela tarde. EU aproveitei bem demais. Não precisei de nada disso. Memórias que pertencem aos outros possivelmente vão englobar os mesmos fatos, não vistos sob o mesmo prisma. Comi bastante, conversei, brinquei, zoei, ri, nadei, chutei, defendi, dirigi, concordei, apreciei, reprovei, ajudei, aconselhei, respondi. E uma série de outras ações que não envolveram passar vergonha, passar mal, ingerir bebidas alcoólicas ou "catar" quem quer que fosse.

Senti falta também de outras pessoas que poderiam estar presentes e desfrutar como eu desfrutei, junto comigo.

Saudades da minha namorada. Agora é revigorar, respirar e mandar ver naquele texto histórico firmeza, correr atrás de entrevistados. Coragem!

Até a próxima!

Escrito por Guilherme Freitas às 23h13
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Semanas

OS ACONTECIMENTOS

- Correndo. E já estou bem. Acho que os 10km são uma meta possível! Objetivos devem ser postos e cumpridos. E vou me esforçar... Pela integração da mente sana e corpo são, sendo uma coisa só, apesar de diferentes. Tô equilibrando essa parada!
- Monografia. Perto de chegar, as dúvidas aumentam, o trabalho triplica e preciso ainda tomar vergonha na cara. as nossas idéias podiam transcrever-se todas diretamente no papel sem precisar de digitação... ahh, podiam...
- Humanidade. Um bolo de notas de 50 reais. E nem faço idéia de quanto dinheiro era... Na minha frente, em pleno centro de Campinas, no calçadão da Costa Aguiar. Uma moça desatenta... até demais. Mas eu vi. Eu a chamei. Eu devolvi. Bem que eu podia estar sendo filmado pra uma daquelas reportagens sobre a existência ou não de pessoas honestas na nossa sociedade! Eu ia me achar... mesmo tendo sido só eu mesmo. A gente se sente bem com essas coisas. De fazer o certo, não de aparecer na TV, tô fora...

Algumas coisas que precisavam ser escritas pra eu poder lembrar depois e dar risada desses tempos bons. Amanhã é sábado, na verdade já passa da meia-noite, mas que seja... Amanhã só começa de manhã. E ponto. Fim de semana de trabalho, semana de trabalho. O outro fim de semana merece ser bem considerado com fanfarra das boas! Churrasco da formatura.

E não tem mais porque escrever. Abraços e até a próxima!

Escrito por Guilherme Freitas às 00h27
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Tentativa esperançosa

Dentro de três semanas, estarei prestando mais um concurso público.

Ser funcionário público concursado é o objetivo de muitos profissionais, independente da área escolhida. E não nego que é o meu também. Porém, não espero os benefícios do setor privado, muito menos as mesmas condições de trabalho. E isso é porque quero ser professor de escola pública.

Eu venho refletindo bastante a respeito desse "querer ensinar", de fazer algo junto às pessoas. Já transitei por diversas experiências desde minha opção pela educação física, fiz tanta coisa que quando volto e revejo aquilo por que passei, até me impressiono. E é tão impressionante porque há 5 anos atrás eu nem sonhava em viver esse tipo de história.

Ensinar não é só transmissão de conhecimento, não é só depositar informações. É uma troca intensa, em que convivemos com as diferentes idéias e pensamentos do educando dialogando com os conteúdos pretendidos pelo educador. Pode ser tão rico, tão valioso. É esse tipo de momento que ando buscando!

E não vejo empecilhos pra desenvolver um trabalho desse. Não preciso de bolas novas, quadras emborrachadas, alunos motivados... Preciso saber o que fazer e com quem farei, e não "para quem". Educar é construir junto, insisto, é dialogar.

E a minha esperança reside nessa vontade, nesse ideal. Tô estudando, tô me preparando, cada dia aprendendo mais. Porque a minha hora tá chegando, tá na porta. Em 2008, estarei no mercado de trabalho. Espero começar a educar. A mim e aos outros.

Até qualquer dia, qualquer hora. Hoje não estava tão inspirado, meu dia foi na sexta-feira. A inspiração é momentânea, só o tamanho dos posts é que persiste grande...

Escrito por Guilherme Freitas às 20h42
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Pelos fins de semana!

Um final de semana! Geralmente, é pelo que as pessoas esperam a semana toda, um tempo de descanso, lazer, diversão, muitas delas não trabalham, não têm as mesmas obrigações cotidianas... Tema interessante, e depois de algumas disciplinas de lazer na faculdade, a gente entende as lógicas que regem essas idéias na nossa sociedade.

Como, por exemplo, explicar a imensa maioria da população curtindo seu final de semana desprovido de quaisquer obrigação, vivenciando práticas agradáveis de "não fazer nada", enquanto outros poucos trabalham para propiciar condições favoráveis a esse lazer de que todos precisam?

Por que eu falo disso? Porque eu me incluo no segundo grupo, um estagiário de esportes do SESC Campinas, com trabalho aos finais de semana.



E é engraçado verificar como as pessoas, ao sair para o seu fim de semana, no qual deveriam descansar de uma semana inteira de trabalho estressante, pesado e maçante, conseguem criar motivos para atritos, motivos para "esquentar a cabeça" em dias que deveriam ser reservados para descanso, paz, tranqüilidade. E nós, profissionais da área do lazer, na tentativa de realizar os melhores ajustes, retirar qualquer possibilidade de preocupação do público, acabamos encontrando pessoas preocupadas com as mesmas lógicas que regem o dia-a-dia: a competição, querer levar vantagem, aproveitar-se da situação e, infelizmente, descarregar certas tensões armazenadas na semana sobre quem nada tem a ver com isso!

A gente vê de tudo e lidar com público é muito legal, mas tem seus pontos negativos. Toda atividade tem o que pesar na balança dos prós e contras. Mas não abro mão dessas experi~encias, afinal, como nossa sociedade funciona dessa maneira, cabe perceber esses momentos, refletir, repensar e criar alternativas para reverter, mesmo que pontualmente, a forma das pessoas enxergarem sua própria realidade.

Em tempo, fim de semana que vem eu folgo, poderei aproveitar meu final de semana junto á minha amada! Abraços aos leitores.

Escrito por Guilherme Freitas às 21h49
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Post II - A Nova Dinastia

O título parece até nome de filme...

Inauguremos, então, meus breves relatos.

Fato: Mais uma vez, um ser completamente desprovido de qualquer inteligência, razão e amor próprio entrou em uma escola estado-unidense (sim, eles são estado-unidenses, porque americano eu também sou e você também é, não são só eles...) atirando para todos os lados, matando 22 pessoas. Difícil entender porque isso acontece com tanta freqüência por aquelas bandas. Seria um resultado da forma estado-unidense de se fazer imperar, tirando os outros do seu caminho para poder ser o único? Afinal, como acabei de dizer ali atrás, pra começar, eles são OS americanos, o resto é resto... Ainda amo tanto meu país!

Memória: Motivados por uma aula previamente encerrada, eu, Talha, Pizani e Melzinho rumamos para os PCs da FEF afim de assistir alguns vídeos polêmicos no Youtube, apesar da proibição no acesso, burlamos a segurança. Mas é só saber que ficar ocupando lugar de quem poderia estar desenvolvendo algo mais produtivo é sujeira, pelo menos penso que se a pessoa ainda não estava lá às 22h30min da noite, não deve estar chegando para digitar algo, então que seja...Que ferramenta genial é esse site de vídeos, das melhores benfeitorias que a internet nos trouxe. E viajando por lá, reencontrei as Olimpíadas do Faustão! Como era engraçado ver aqueles caras levando bolada e caindo da ponte, rolanda ladeira abaixo, dando com a cara nas portas que não abriam... Valia o domingo. Infelizmente, as coisas boas da vida são passageiras. Pelas boas idéias do sempre fanfarrão Fausto Silva, um agradecimento! Agora, Dança no Gelo, Dança dos Famosos, isso tinha que dançar...

Cabelo: Começo a encontrar uma certa inconformidade da parte dos meus sensores de bom senso (essa tá doendo lá no fundo), meu cabelo está enorme e disforme. Corta-lo-ei daqui duas semanas!! Por enquanto, na base do creme para pentear, até que consigo perceber alguns tímidos cachos...

Sem mais. A próxima sessão está marcada para a próxima vez! Fim de jogo.

Escrito por Guilherme Freitas às 00h56
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Uma Nova Fase

Já se vai um ano e tanto sem que eu tenha tocado, pensado ou sequer considerado a possibilidade de voltar a escrever aqui... Por quê? Para quem? O quê? Perguntas sem resposta até alguns dias atrás, quando eu estava avaliando e dialogando comigo mesmo (se isso for possível, mas eu sempre o faço, então pra mim é possível!) os resultados de uma vida nova.

E esta ferramenta, o meu lema de "Escrever por Escrever", da letra fácil, do pensamento traduzido, tantas vezes prestigiado, indicado pelo UOL, com muitas visitas diárias, não devia ter perdido a essência. A chama primária foi sim uma onda, uma dessas de adolescentes embalistas (como costuma dizer meu mano), uma mania de todo mundo ter blogs... mas depois vieram os flogs (fui ficando pra trás), e o Orkut (olha eu ficando, ainda dá pra ver?), MSN (eu e o valoroso ICQ de mãos dadas, assistindo o trem dos interesses passar pela estação e seguir rumo ao RBD)... E o blog estagnou.

Mas, atualmente, andam brotando tantas vontades em mim, tantas sedes e fomes de escrever, de falar, refletir, transmitir. É um comichão de querer me formar, de ser professor na real, ter alunos, estabelecer relações de troca com todos, trocas positivas e negativas, de passar aquilo que sei e aprendi adiante, assim como aprender tudo o que me for oferecido nessa jornada. A minha monografia que é algo que me dá prazer. Os meus amigos (e cada vez eles são isso!) provando porque esse tipo de gente que conhecemos merece ser carregado pra vida toda. A minha família tomando um rumo maravilhoso. E minha vida, que não poderia estar melhor, aliás, poderia, mas eu não reclamo! Meu coração vai e volta de Ribeirão Preto sem que eu deixe de sentir, nem por um segundo, que tudo é verdade. Eu amo! Assim como era há um ano atrás...

E estou de volta. Esse texto é um começo. Não, Guilherme. Se é uma volta, é um REcomeço. Pois bem. A semântica me ajuda com o prefixo e posso estrear esse novo capítulo virtual. Irá alguém ler esse registro.

É isso! Um registro! Preciso ter um diário só meu. Não, diário requer que eu escreva todos os dias e não possuo tamanho privilégio de tempo disponível, infelizmente... Mas um registro disso que vivo. No ar. On line, 24 horas. Pra quem quiser. Ou só pra mim, e sou egoísta, eu quero mesmo só pra mim. Pra voltar daqui mais um ano e ler as besteiras que eu usei pra justificar a reabertura dessas linhas. Que seja!

Um abraço a todos!

Escrito por Guilherme Freitas às 02h16
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Postando...

Por postar mesmo. Na verdade, a válvula de escape que esse blog já foi está ficando escassa. Apensa atualizando, então...

Longe da minha linda. Em breve ela retornará, mas a distância tem doído. Muito. Acho que o tempo vai tratar de acostumar esse namorado a ver sua linda de vez em nunca por curtos cinco anos....

Hoje meu time mandou bucha!! Hahaha... dane-se o peixe! O campeonato não interessa, a meta são os tetras! Brasileiro, Libertadores e Mundial! \o/

Acho que era mais isso. Esse semestre tem realmente sido estafante, tô cansado de textos, de xerox, de gastar meu rico dinheirinho de arbitragens =P Quero um emprego!

Um beijo pra minha linda. Uma abraço a todos!

Escrito por Guilherme Freitas às 20h00
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Ralação

Vida de universitário pobre não é fácil... Pegar busão, economizar o dinheiro do almoço, das cópias de texto... Conciliar um estudo em tempo integral com outras responsabilidades, com as aulas, as coisas de casa... Mas eu me sinto tão bem de manhã, quando acordo e penso que será mais um dia de aprendizado, mais um dia em que acrescentarei mais e mais aos conhecimentos que venho acumulando no meu curso.

Pô. ando mesmo apaixonado pela licenciatura. Ando me apegando de tal forma a essa coisa de querer ser professor, tão intensamente, não encontro uma maneira de desinflar essa vontade louca de começar a dar aulas, de lidar com os alunos, de estar planejando aulas, de pensar como será.

Mas esse tempo ainda chega. Enquanto isso, eu me frustro em oportunidades recusadas, queria mesmo fazer o lance de scouts esportivos. Seria um negócio legal e uma boa grana pra começar... enfim. Terei outras coisas no futuro.

Por enquanto, faturo uns trocados como posso. Vai ter a corrida e fui chamado pra trabalhar, R$ 40,00!! Na outra semana, começam as Calouríadas da Unicamp, arbitrarei os jogos da bixarada! R$10,00 o jogo, e espero ter muitos, pois experiência eu já tenho! Ainda recebo a notícia de que meu estágio na Liga deve estar terminando e, dando tudo certo, começarei a receber as taxas integrais e não mais metade.

Assim eu vou. A primeira coisa que desejo é ajudar meus pais com os gastos de casa. Depois, dispor de um dinheiro que possa custear parte ou todo meu orçamento universitário! Claro que para isso ser possível, o certo era ter um EMPREGO, com E maiúsculo. Estou à caça. Qualquer novidade, me ajudem e me comuniquem, tô aceitando tudo relacionado à Educação Física, esportes, atividade física, saúde e afins...

Um abraço para meus amigos! um beijo pra Amanda... e que venham os empregos, eu quero trabalhar!!



Escrito por Guilherme Freitas às 17h36
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Um monólogo... propriamente dito

One - U2

Is it getting better?
Or do you feel the same?
Will it make it easier on you now?
You got someone to blame
You say

One love
One life
When it's one need
In the night
One love
We get to share it
Leaves you baby if you
Don't care for it

Did I disappoint you?
Or leave a bad taste in your mouth?
You act like you never had love
And you want me to go without
Well it's

Too late
Tonight
To drag the past out into the light
We're one, but we're not the same
We get to
Carry each other
Carry each other
One

Have you come here for forgiveness?
Have you come to raise the dead?
Have you come here to play Jesus?
To the lepers in your head

Did I ask too much?
More than a lot.
You gave me nothing,
Now it's all I got
We're one
But we're not the same
Well we
Hurt each other
Then we do it again
You say
Love is a temple
Love a higher law
Love is a temple
Love the higher law
You ask me to enter
But then you make me crawl
And I can't be holding on
To what you got
When all you got is hurt

One love
One blood
One life
You got to do what you should
One life
With each other
Sisters
Brothers
One life
But we're not the same
We get to
Carry each other
Carry each other

One

One 

Pensar que as coisas podem acabar é triste, porque sempre queremos "que seja infinito enquanto dure". Nâo sei posso me preparar para que se acabem os meus assuntos, os meus compromissos, os meus sonhos, mas devo estar alerta para que não perda nada com isso. As perdas nos levam o que ganhamos, mas não devem nos tirar aquilo que sempre tivemos conosco.

Será longo e difícil, mas, se tiver a "sustância" de que me falaram há pouco, há de durar. Outra coisa que me disseram, que eu não posso olhar a banda passar e sim entrar nela pra tocar o instrumento. Mas se o maestro me escurraça ou se o instrumento não funciona comigo, que posso eu fazer? Posso tentar por meses que nada se esclarecerá. Agora vejo caminhos que podem ser trilhados. Só espero que ainda haja luzes acesas quando finalmente resolvermos colocar o pé na estrada rumo ao futuro...

Um beijo para quem está mais longe de mim do que sempre esteve. Abraços a todos!!



Escrito por Guilherme Freitas às 00h03
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Aiii

Que m**** é ficar doente. Eu quase nunca fico, aí quando aparece um desses probleminhas, pronto, fico podre de vez... Nem digitar direito tô conseguindo, mas eu queria escrever...

Adorei ajudar hoje, apesar do cansaço, lá no acampamento. Eu ando me sentindo adulto demais, sei lá, essas coisas vivem passando na minha cabeça, mas tô adorando passar mais tempo com meus pais (pronto, além disso, ando emotivo), ajudá-los, saber que eles contam comigo da forma como sempre contei com eles é fantástico. Lógico que nem sempre são essas maravilhas de entendimento, mas tem sido legal. Ando entendendo muito meu pai, acho que ele me entende também.

Novidades boas e ruins: Solteiro por algumas horas, namorando de novo (colocarei isso como um tempo contínuo ainda... eu acho), cortei o cabelo (toda vez que eu corto o cabelo, parece que as coisas se esclarecem mais na minha cabeça), a Amanda passou na USP-Ribeirão Preto, Fisioterapia (ela merece...sempre), eu não fui selecionado para o emprego que queria (Giovanna, provavelmente não será tão logo que irei conhecer a capital nacional...¬¬ Ao menos que arrume outro meio de ganhar dinheiro...e rápido) e agora tô meio doente.

Pontos Positivos: Sem estresse de ociosidade (ando mais ativo), ando com vontade de escrever (isso sempre me faz bem...) e ando apaixonado. Como sempre. eu penso... Tudo do mesmo jeito.

Esse blog tem se tornado chato e tedioso... Não importa mesmo. Adoro quando as pessoas comentam e interagem com meus pensamentos, mas isso não ocorre assim tanto, deste modo, gosto quando aparecem de vez em quando... Mas eu escrevo porque me dá vontade, porque me dá na telha e eu tenho um sério problema de prolixia, portanto, é o útil aliado à necessidade.

Abraços a todos. Beijos pra minha universitária... Boa sorte lá... estarei sempre aqui, no mesmo bat-lugar, mesma bat-hora...



Escrito por Guilherme Freitas às 23h05
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Uff

Post anterior seria uma realidade... Mas a interessada tratou de consertar o que achava errado antes que fosse consumado. Bom, esou acompanhado novamente. Tenho alguém que amo e que me ama, mas que tem seus momentos de variabilidade dos níveis hormonais. Preciso estudar mais endocrinologia. Mas o post anterior ficará aí mesmo. Pra eu lembrar...

Obrigado a todos por me ajudarem nesse momento: Vânia e Gi.

Amanda... vê se admite que você não vive sem mim XP Adoro ser seu namorado, e vou ser sempre que você estiver comigo!



Escrito por Guilherme Freitas às 22h26
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Isso

Foi algo assim... Não se foi muito.. Eu acho que já esperava, ou não. Eu tenho um certo problema em me acomodar com as coisas quando tudo está bem. Bom, aí eu ouvi o que já tinha ouvido uma vez, melhor, lido... Sempre foi mais comum eu ler ou esperar um barulhinho pra saber da próxima fala (agora eu fui ... não devia falar sobre isso assim, mas sempre foi...) Depois de minutos longos e silenciosos, em que, entre duas pessoas, nada foi dito, vi que a caminhada tinha de começar, aquele banco de tantas vezes não me era o mesmo. Várias coisas passaram por mim em meu trajeto até o Sindicato dos Taxistas de Campinas, local onde deveria fazer a missão desempenhada por mamãe... Não que eu tenha visto qualquer coisa. Só passei. Passei por lembranças de tardes de caminhada. Passei por filas e lugares em que nos molhamos, debaixo de chuva. Passei por lugares onde fotografamos, onde descansamos, onde compramos refrigerante. Foi tanta coisa que fizemos. Mas eu passei sozinho, mais sozinho do que eu me sentia antes de tudo começar.

Não senti o sol nem o cansaço, eu só vinha pensando. Terminei minha coca-cola em frente à Receita Federal, molhei a garganta e fui. Uma hora sem dizer uma palavra, nem mesmo ao pegar a tal fatura precisei falar algo, a moça me reconheceu e nem precisei dizer o nome de meu avô... Voltei, peguei fila, ônibus, quieto, matutando. Juro que não ouvi nada. Parece que entrei em um silêncio doído, um nó na garganta. É isso, eu não sei como é, não sei explicar, é apenas isso. Se eu tive vontade de chorar? Eu tive. Mas as lágrimas me saem mais em momentos alegres e nervosos, não em momentos tristes, esse foi triste. Eu acho. Tem sido.

Bom... eu creio que as coisas estão assim. Ninguém entendeu. Não precisa. É mais pra mim que pra qualquer outro.



Escrito por Guilherme Freitas às 21h17
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Entre pinos de boliche e toras de madeira...

Oba! Ontem fui ao shopping com a Amanda e suas amigas de cursinho para um passeio. Jogamos boliche, hehe, muito legal. Eu só tinha jogado uma vez, na oitava série, ou seja: há muuuuuito tempo. Não lembro como foi daquela vez, mas dessa eu ganhei as duas rodadas, embora eu não possa considerar esse título, disputando com categorias diferentes da minha =P

Mas, mesmo assim, foi divertido, além de poder namorar um pouco, hahaha... Adorei o dia, lógico, afinal, junto da minha Amandinha eu gosto de todos os dias!! ^_^

A vida podia ser como o boliche, às vezes... difícll fazer um strike e derrubar todos os problemas da vida em uma jogada só, mas na nossa rotina temos sempre a oportunidade de ir ganhando dos "pinos" aos poucos.. Ultimamente, ando sem muitos pinos para vencer, apenas um que persiste, hahaha, mas esse logo se resolve, a bola de 15 kg vem chegando e essa ele não segura!!

Ontem assisti um filme aqui em casa, mamãe quem alugou: O Lenhador. História de um condenado por pedofilia que sai da prisão em condicional, e tenta reconstruir sua vida. As personagens do filme pensam que esse tipo de pessoa nunca pode se recuperar, mas quem sabe? Ninguém. Julgamos sempre pelo que as pessoas fizeram ou foram, nunca averiguamos se as pessoas estão dispostas a começar novamente, apagar tudo que foi feito e reescrever uma história que foi manchada. Acho que lidar com a intolerância e constante acusação de quem está em volta se torna mais difícil se estes se mostram fechados a uma marcante mudança, e mais ainda quando antigos sentimentos proibidos vêm a tona, mesmo que secreta e isoladamente. A constatação é quando se observa o referido ato por outro lado da moeda, do ponto de vista mais prejudicado, o que causa a repulsa por ter sido um daqueles e ver outros que praticam o que há de mais horrível e repugnante.

Belo filme. Belo dia. Acho que a cada nova experiência podemos encontrar uma lição que nos melhore, para nós e para os outros! Até mesmo em Harry Potter. Frase do dia para alguém que faz parte do que tenho de mais importante na vida:

"Não conte com os ovos que as corujas ainda não botaram."(DUMBLEDORE, A., 2005, p.66)

É isso!! Abraços a todos. Amanda, um beijo e estou com você!

PS:
Bibliografia:
- Harry Potter e o Enigma do Príncipe - Rowling, J.K. - Ed. Rocco - 2005



Escrito por Guilherme Freitas às 10h49
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Perdas e Enfrentamentos!

Cá estou, mas deveria ter escrito um post na semana passada, quando tantas novas idéias me passaram e todas se esvaíram na mesma facilidade. Então, eu volto a blogar sem possuir um mínimo assunto, veremos no que vai dar.

Eu nesses últimos dias procurei refazer algumas das coisas que queria a tempos: rever minha namorada, rematricular-me para ganhar passe escolar (eu faço isso mesmo, não tenho a intenção de terminar esse técnico em eletro-eletrônica porque isto em nada se compara a minha carreira, meu vínculo com o Cotuca é puramente feito de segundas intenções), rever os amigos de longa data, amigos esses que sempre me divertem e com quem me divirto, fui ao cinema duas vezes e me ocupei com as chamadas coisas de personalidade mágica virtual (aos entendedores...)

Tudo muito bom e prazeroso: matar saudades, se entreter na telona, economizar na passagem para a Unicamp, tudo isto é muito bom! Mas foi momentâneo. Hoje já me encontro na mesma inatividade das férias normais. Meus desafios se encontram no meu SNES colocado a minha frente agora, onde tento terminar o jogo com o pior time e no nível mais difícil.

Porém as dificuldades que eu esperava não se comprovam... Depois de derrotar os três times mais difíceis, agora só me restam jogos sem graça e deficientes em que eu nem mes esforço, apenas tento lances mais diferentes, ousados, sem responsabilidade de ganhar. E ganho. Nisto eu invejo os novos videogames: a capacidade de ser sempre um desafio crescente, sem fim, sempre mais difícil, mais chato de passar, de transpor. Mas quem sabe essa facilidade esteja apenas em mim!? Não, eu não estou me achando o "cara" nesse joguinho, até porque, depois de ver as comunidades no Orkut, me impressionei, alguns dizendo como é fácil fazer 99 a 0 e outras coisas... A facilidade que eu digo é a preparação que gero antes de ligar meu SNES, soprar a fita, enfiá-la até o fim e tirar um pouquinho pra poder pegar de primeira (anotem essa dica, é infalível para fitas de SNES, principalmente as originais ;D), sentar e reler o password que anotei da última vez, de como escalo os jogadores de acordo com seu estado, do adversário que sei enfrentar e parto pro jogo. Uma expectativa grande demais para algo de menos...

Talvez isso se reporte ao "nada para fazer", dou importância demais a algo que é uma de minhas únicas preocupações no momento, chego com "quatro pedras na mão", indo pra guerra, mas tudo sempre é a mesma coisa. A vida podia ser um videogame, onde a gente conhece os times que enfentará, pode criar a expectativa, mas eles sempre serão inferiores e fáceis de se lidar... Sempre saberíamos qual a jogada mortal, os jogador que sobe mais alto que a defesa para cabecear pro gol, ou aquele de maior habilidade. Infelizmente, o mundo não se compõe de gráficos.

E eu discorrendo sobre futebol para videogames prova minha falta do que fazer. Enfim, eu postei. Já me basta. Quando eu não tinha o que escrever, até gostei do post... Mas pouco o lerão. Espero que gostem, amigos... Abraços a todos! Amanda, eu te amo...



Escrito por Guilherme Freitas às 10h00
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Campando e vagando...

De volta de Itu-SP, após alguns dias de viagem muito agradáveis! Fomos a um camping muito legal.

Bem pertinho aqui de casa, Daqueles lugares em que a gente encontra a natureza, descobrimos coisas legais pra se fazer como observar os pardais se deslocando aos pulos (já perceberam como é engraçado?? Dá pra fazer um texto sobre isso, mas não é a intenção agora) ou simplesmente não fazer absolutamente nada, na beira da piscina, jogando baralho (jogamos de tudo, menos truco, não gosto de truco, não me cativa esse jogo...), queimando...Tô meio queimado...

Foram bem uns dias de férias como nunca tive, me diverti bastante, sem preocupações, sem nada... Só sofri com aqueles playboyzinhos passeando de moto pra cima e pra baixo como se não tivessem as próprias pernas pra andar, fazendo barulho... E passar protetor solar, que coisa, podiam inventar um que durasse a vida toda e não precisássemos passar a cada 40 minutos dentro da piscina... Ah, e como adoro ficar na piscina, pra lá e pra cá, nadando, mergulhando... Devia ter sido peixe em outras vidas, se eu acreditasse nisso, enfim.

Ponto alto: O resgate de minha bola nova de futsal, que, por um acaso do destino, após um chute mal dado que saiu pelo alambrado, bateu em um telhado e rolou ribanceira abaixo, caindo no lago!! Me senti o Náufrago (Tony Hanks, ótimo, por sinal, grande filme!!) vendo a bola boiando pra longe. WILSOOOOOON!!!! Após alertado por um pedestre pançudo e de cerveja na mão que, se não fosse pegá-la, a perderia para sempre, retirei minhas roupas (estava de sunga, não se animem =P) e me atirei no lago pra resgatá-la! Que emoção... tá, foi normal, mas eu tinha de escrever de uma forma mais emocionante, ou então seria a mesmice de sempre, foi O fato da viagem, se bem que...

O fato é descobrir o quanto ando gostando de uma certa garota habitante de Sumaré e natural das terras orientais... De verdade, senti algo que eu sabia que existia mas ainda não havia provado: responsabilidade. Eu só espero que seja recíproca essa responsabilidade e que eu possa ouvir promessas se cumprindo e metas sendo alcançadas!!
Amanda, eu te amo muito!

Obrigado pela audiência: acreditam que fiquei QUASE todos esses dias sem TV? Só vi uns lances de um jogo que nem sei qual era e a novela das seis no sábado... Uia, aquela mulher da novela é má... barbaridade. Preciso me livrar desses eletrônicos que só ocupam minha vida.. Mas retornarei aqui mais freqüentemente.
Um abraço a todos e agradeço as recentes visitas!!



Escrito por Guilherme Freitas às 00h16
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